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Perdi meu celular agora há pouco e senti aquela sensação horrorosa, pois o celular é quase que uma extensão do meu corpo. Deixei na poltrona das Barcas S/A Transportes Maritimos e só me dei conta quando cheguei no escritório.

Liguei para o celular e uma pessoa muito atenciosa da empresa me atendeu e me disse para passar lá e pegar o aparelho.

Cheguei lá, agradeci, perguntei quem tinha achado.

Ela respondeu que foi o Thiago, da equipe dela.

Ofereci uma recompensa para ela e para a equipe.

Ela declinou elegantemente e disse que não poderia aceitar, mas que ficaria feliz com uma nota para a ouvidoria.

Escrevi um belo elogio para a equipe.

Estava disposto a dar R$ 100,00, um valor simbólico perto do prejuízo e transtorno que eu teria para comprar e configurar um novo aparelho.

O motivo da recompensa é incentivar comportamentos do bem.

Algumas pessoas poderiam alegar que ela não fez mais que sua obrigação.

Realmente não, se ela vivesse no Japão.

No Japão esse comportamento é a norma.

Aqui, não.

Não é esse comportamento que vemos nos governantes.

Não é esse comportamento que vemos nas ruas.

Só que as Barcas S/A Transportes Maritimos mostraram que fizeram sua parte em criar uma norma.

E a forma que me resta para recompensar é aplaudir publicamente a empresa!

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