inteligencia-emociona-e-a-base-para-uma-vida-feliz
Quando eu tinha 15 anos, eu queria entrar na faculdade…

Nas aulas do ensino médio, eu fazia duas coisas:

  1. Estudar matemática para as olimpíadas brasileira de matemática
  2. Merdas, pois achava tudo um saco e sobrava tempo

Fiz vestibular ainda com 15 e fui provavelmente o mais jovem aprovado em uma Universidade Federal no Brasil: Informática na UFF.

Entrei na justiça para tentar cursar. Pedido indeferido.

Aos 16, fiz novamente e passei com folga.

Mais uma vez um juiz negou.

Aos 17, “negociei” com o diretor da escola uma “carta branca” para faltar as aulas que quisesse e estudar em casa, já que minha meta era passar em primeiro lugar em algum curso.

Cumpri minha promessa e garanti um 1o lugar no curso e aprovação entre os primeiros 20 gerais em todos os vestibulares que fiz.

Bom pra escola, que teve seu melhor garoto propaganda de sua história.

Por que estou dizendo tudo isso?

Para dizer a você que nada disso garantiu minha estabilidade profissional, emocional, financeira ou pessoal.

Tive uma trajetória tão caótica que durante anos fui o cara mais pobre da minha turma.

Existem competências muito mais importantes do que resolver questões de provas.

E a principal delas: inteligência emocional.

Essa é a base para uma vida feliz.

Hoje, persigo isso.

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