nao-posso-negar-o-quanto-eu-amo-o-pais-onde-nasci
Aos 16 anos, eu considerava seriamente a carreira de diplomata e cheguei a ler alguns títulos da vasta literatura da prova do Instituto Rio Branco

Porém, desisti de tentar aquele que, provavelmente, é o concurso mais exclusivo e exigente do Brasil.

Um dos motivos foi o fato de que teria que representar qualquer governo que estivesse no poder, independente da minha opinião pessoal.

Entretanto, hoje, percebo que a diplomacia, pelo menos no âmbito do empreendedorismo, é parte integrante da minha vida.

Ontem eu cheguei de uma viagem em que eu falei 4 idiomas diferentes, com pessoas de mais de 10 países diferentes.

Dei palestras, participei de palestras, falei dos pontos fortes e fracos do nosso país, tentei entender forças e fraquezas das outras nações.

Me senti um pouco diplomata.

Doeu ver a repercussão da escalada da violência no Brasil, que nos afasta cada vez mais como destino turístico.

Por outro lado, fiquei muito feliz em saber que continuamos amados na Europa.

Nossa música, as belezas e riquezas naturais, o jeito informal de levar a vida, nossa miscigenação, tudo isso continua sendo muito admirado.

E por mais que os tempos sejam difíceis aqui, não posso negar o quanto eu amo o país onde nasci.

Sigo tendo orgulho de ser brasileiro!

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