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Minha mãe usava a mesma máquina de lavar há 42 anos e nesse dia das mães eu dei uma máquina nova de presente pra ela.  Advinha qual marca?

A mesma marca.

Aquela que dizia para as donas de casa de todo Brasil nas propagandas que as outras “não eram bem uma Brastemp”.

Esse belo trabalho de branding foi responsável pelo meu processo de decisão.

Não que eu ache que uma LG ou Electrolux não possam ser uma Brastemp.

Óbvio que podem.

Inclusive, máquinas que já usei na Alemanha (Bosch ou Siemens) estraçalhariam em qualidade qualquer uma dessas acima mencionadas.

Porém, o processo de decisão de dar algo pra alguém deve ter empatia com esse alguém.

O alguém, uma das pessoas mais especiais da minha vida, é minha mãe.

E sei como ela pensa.

Sei que ela não gostaria de ver 97 botões e displays numa máquina.

Sei que ela adoraria uma mais ou menos parecida, da mesma marca, que, milagrosamente, durou 42 anos, mas que necessitava de reparos bimestrais, praticamente.

A cada compra que eu faço hoje, eu tento entender qual foi meu processo de decisão.

Ao fazer esse exercício, aprendo muito sobre branding e vendas, e replico isso para meus clientes e negócios.

E, de quebra, essa análise empática me permitiu fazer minha mãe mais feliz.

Parabéns, Dna. Maria de Lourdes!

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